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É com enorme satisfação que partilhamos algumas experiências de profissionais que enriquecem a sua vida, conferindo um significado à vida daqueles, que com quem trabalham. 

As suas atividades com o jogo "O Todo pelas Partes" têm sido:

 

 

 

É uma forma divertida de fazer estimulação e fortalecer as relações interpessoais.

 

Dra. Ana Teixeira, Neuropsicóloga. Vila Franca de Xira

 
 
 

O Todo pelas Partes é muito engraçado, os jogadores adoraram, motivou a interação, e levou-os a recordar histórias passadas. Manteve a atenção dos participantes. 

                                                                                                                 

Dra. Paula Pires, Psicóloga no Lar Cuida Carinhos

 

 

 

“O Todo pelas Partes” é intitulado pelos nossos jogadores “a cereja no topo do bolo” de cada sessão! Um jogo divertido que suscita nos participantes grande motivação e entusiasmo! Desde que o jogo aparece que imediatamente todos se colocam nos seus postos, atentos e prontos para mais um jogo! Trata-se, sem dúvida, de uma forma de estimular as capacidades cognitivas e sociais, desafiando de forma lúdica e muito positiva todos os que participam!

Sofia Mendoza, Psicomotricista da "Dar Mais - Psicomotricidade e Serviços Gerontológicos"

 

O nosso muito obrigado! 

 

 http://www.neuro-act.com/

 

O Todo pelas Partes.jpg4.jpg

 

 

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publicado às 10:43

Prezado Profissional de Animação, 

 

É com enorme orgulho e satisfação que a NeuroAct®, consciente das necessidades, bem como das vicissitudes inerentes à realidade social da nossa população, se congratula pela conquista de mais um sonho tornado realidade.

 

Surge O Todo pelas Partes.

 

"O TODO PELAS PARTES" é um jogo de estimulação cognitiva inovador e versátil, que pretende estimular capacidades cognitivas, tais como: atenção, raciocínio lógico, praxias, memória semântica e percepção visual.

 

QUEM PODE JOGAR
Adultos seniores com diversos níveis de escolaridade (ou sem), envelhecimento saudável, défice cognitivo, demência.

 

"O TODO PELAS PARTES" permite ao Técnico um trabalho de dinâmica de grupo ou neuroestimulação individual. Uma intervenção informal e de divertimento, ou de recuperação cognitiva, formal e inserida num plano de intervenção. 
 
Por ser um jogo que permite ser jogado de 4 formas diferentes, cada intervenção terá objetivos distintos. Assim, podem-se considerar os seguintes:
Jogo 1 – estimula funções executivas, memória semântica, raciocínio lógico, atenção.
Jogo 2 – estimula linguagem, criatividade, percepção visuo-espacial, atenção.
Jogo 3 – Estimula praxias, atenção.  
Jogo 4 – Perceção visual e atenção, para pessoas com demência ou défice cognitivo ligeiro.

Imagem.jpg

 http://www.neuro-act.com/#!neuroestimulacao/c1cul

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publicado às 15:56

Funções Executivas

por Neuro|Act, em 19.03.15

Constituem um mecanismo de integração intermodal e intemporal, que permite projetar cognições e emoções, desde o passado até ao futuro, com o objetivo de encontrar a melhor solução para situações novas ou complexas, com o intuito ao comportamento adaptativo.

 

As funções executivas, são o processo pelo qual, um sujeito otimiza o seu desempenho quando tem de operar mais do que uma aptidão cognitiva. É a capacidade de coordenação das diversas áreas cognitivas e responsável pelo poder inibitório. Isto é, tem o poder de controlo, supervisão. 

 

Pode caracterizar-se cinco componentes das funções executivas, como a capacidade de monotorização, processo inibitório, flexibilidade, planificação e tomada de decisão.

 

A monotorização/atualização, consiste na renovação e supervisão do controlo de qualidade e reajuste da execução ao logo do tempo. Considera-se importante para encontrar discrepâncias entre a realidade exterior e a resposta, por forma a interromper ou reformular, se necessário, o esquema comportamental adotado, quando se verifica uma anomalia. 

 

O processo inibitório consiste no cancelamento de respostas automatizadas, predominantes ou guiadas por recompensa. Inibe comportamentos inapropriados para as demandas do contexto externo.

 

A flexibilidade mental, é a capacidade para alternar entre esquemas mentais distintos, comportamentos padronizados, ou alterar tarefas de acordo com as novas exigências do ambiente.

 

A planificação associa-se à capacidade de antecipar, ensaiar, e executar sequências comportamentais complexas num plano prospectivo.

 

Por fim, a tomada de decisão, é capacidade de selecionar a opção mais vantajosa, entre um conjunto possível de alternativas disponíveis.

 

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publicado às 15:50

Memória

por Neuro|Act, em 19.03.15

A memória é o mecanismo de aquisição, codificação, consolidação ou armazenamento e recuperação de informação. Nos processos da memória estão envolvidos os estados emocionais e a motivação.

 

Podemos classificar a memória em três tipos: Trabalho, Curto Termo e Longo Termo.

 

A Memória de Trabalho é breve, dura alguns segundos ou minutos. É aquela memória que nos permite ter tempo de encontrar onde escrever determinada informação.

 

A Memória de curto Termo, também é temporária, embora se mantenha durante mais tempo, se os estímulos se repetirem. A partir daqui, a informação passará ou não para a Memória de Longo termo (desconhecem-se os mecanismos que decidem esta passagem).

 

A memória de longo termo pode ser subdividida em: 1 - memória explícita (ou declarativa) e 2 - implícita (ou processual).

 

1 - Explicita: a) Episódica (autobiográfica); b) Semântica.

a) A Memória Episódica está relacionada com factos vivenciados pela pessoa (por isso autobiográfica), diz respeito a acontecimentos que estão relacionados com um espaço e um tempo. Lida com acontecimentos, datas ou pessoas. Um exemplo, esta memória permite lembrar uma viagem realizada a Paris.

b )A Memória Semântica permite reter conhecimento, independentemente dos acontecimentos que lhe estão relacionados. Ela refere-se a conceitos e significado das coisas. Um exemplo, saber que Paris é a capital de França.

 

2 – A Memória do tipo Implícita ou Processual permite-nos “saber como fazer”. Ou seja, é o processo de aprendizagem dos procedimentos motores como a marcha, andar de bicicleta, etc.. Ou aprendizagem de atos como cozinhar e fazer renda. Ou ainda, o processo que permite a associação de emoções a acontecimentos (exemplo: ter medo de cães, após ter sido mordido por um). Este subtipo desenvolve-se de forma inconsciente, lenta e com treino continuado.

 

Alguns aspectos:
Estrutura cerebral relevante para a memória: Hipocampo

Momento propício à consolidação de informação: sono – fase REM

Demência do tipo Alzheimer: primeiro tipo de memória a perder-se – M. de Curto Termo. A que permanece mais tempo – Memória Processual

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publicado às 15:29

Atenção

por Neuro|Act, em 19.03.15

A atenção é a capacidade cognitiva que permite o ser humano lidar com um estímulo relevante, selecionando-o, de um meio rico em informação, em número suficiente, para não ser permitido o seu processamento visual. Assim, a atenção poderá ser conceptualizada como sendo um processo selectivo.

 

A atenção visual poderá ser orientada sem movimento ocular "orientação encoberta", em que o sujeito seleciona o estímulo mas não o visualiza (processo top-down). E, pode ser orientada, com movimento ocular, motivada pela entrada súbita de um estímulo no campo visual ou auditivo, e que prevaleça sobre os demais (processo bottom-up).

 

São diversas a causas que orientam a nossa atenção para um estímulo em detrimento de outros. Estudos indicam que a amplitude do som é preponderante, ou o nível de interesse causado no sujeito, ou a sobrecarga de estimulação em determinado campo visual/auditivo, entre outros motivos. 

 

Podemos definir três dimensões, nesta capacidade cognitiva de seleção. A atenção mantida, seletiva e dividida. 

 

A atenção seletiva/focada caracteriza-se pela capacidade de selecionar um estímulo em detrimento de outros (acima explicado). Focar a atenção, está intimamente associado à rapidez e grau de dificuldade de uma determinada tarefa.

 

Atenção dividida/alternada. Diz respeito à capacidade de focar a atenção em dois estímulos, em simultâneo. Isto é, em dividir a atenção. Esta capacidade requer flexibilidade cognitiva porque implica a mudança da atenção (shifting) entre duas tarefas a serem realizadas em simultâneo. 

 

A atenção sustentada/mantida, comumente conhecida como concentração, é a capacidade de manter o foco, por longo período de tempo. A velocidade e dificuldade da tarefa, bem como o nível de interesse do sujeito, podem comprometer a atenção mantida.

 

Importa compreender estas três dimensões e considera-las, no momento do desenvolvimento de atividades de estimulação cognitiva.

  

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publicado às 14:31

NEUROACT

por Neuro|Act, em 05.08.14

NEUROACT é uma marca que se associa ao desenvolvimento de atividades e jogos de estimulação cognitiva, destinada a adultos e adultos seniores institucionalizados ou que recebem apoio domiciliário. 

 

O nosso objetivo é o de promover o desenvolvimento das funções mentais através de um trabalho informal e lúdico, em grupo ou individual.

 

Estamos cientes que o envelhecimento nem sempre ocorre de forma saudável, e por esse facto, desenvolvemos atividades direcionadas a seniores com patologia de demência associada ou outras.

 

A nossa missão é a de promover o bem-estar cognitivo e afectivo, pois são dois conceitos intimamente relacionados. 

 

Cada atividade publicada explicita o seu objetivo, isto é, qual/quais as funções que estão a ser estimuladas, tempo da ação, número mínimo e máximo de participantes, materiais a serem utilizados, instruções, ilustrações, e sempre que possível, publicamos um programa de intervenção diária ou semanal.

 

É com significativa satisfação que partilhamos a nossa experiência e criatividade com todos os profissionais que optaram por dar sentido às suas vidas, conferindo um novo sentido à vida daqueles que com quem trabalham.

 

Estão convidados a aplicarem o nosso repertório no trabalho que desenvolvem, mas a sua publicação fica reservada a direitos de autor. Atividades registadas no IGAC (Inspeção-Geral das Atividades Culturais).

 

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publicado às 23:16


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